Diferenças entre edições de "Em Tradução:A Arte da Guerra/II"

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m ({{tradução abandonada|data=Dezembro de 2007}})
{{em tradução}}
{{tradução abandonada|data=Dezembro de 2007}}
{{navegar
|obra=[[A Arte da Guerra]]
|autor=Sun Tzu
|anterior=[[A Arte da Guerra/III|Capítulo 12]]
|posterior=[[A Arte da Guerra/III|Capítulo 3]]}}
 
==Capitulo II - '''Sobre ao iniciaçãoprincípio das ações=='''
 
<!--{{versículo|1|1|Uma vez começada a batalha, aunqueainda estésque ganandoestejas ganhando, dese continuar por muito tempo, desanimará asa tuas tropas e embotará tua espada. SiSe estás sitiando uma cidade, agotarásesgotarás tuas forças. Sise mantienes amanténs teu exército durante muito tempo naem campanha, teus suministrosmantimentos se agotaránesgotarão.}}
 
{{versículo|1|2|As armasarmai são instrumentos de mala sorte; usalasempregá-las por muito tempo produciráproduzirá calamidades. Como se hatem dichodito: "LosOs que a hierroferro matanmatam, a hierroferro muerenmorrem." CuandoQuando tustuas tropas estánestão desanimadas, tutua espada embotada, agotadasesgotadas tusestão fuerzastuas yforças tuse suministrosteus sonmantimentos escasossão escassos, hastaaté losos tuyosteus se aprovecharánaproveitarão de tutua debilidaddebilidade para sublevarsesublevar- se. EntoncesEntão, aunqueainda que tengastenhas consejerosconselheiros sabiossábios, alao final nonão podráspoderás hacerfazer que lasas cosascoisas salgansaiam bienbem.}}
 
{{versículo|1|3|Por estacauda causadisso, hetem-se oídoouvido hablarfalar de operacionesoperações militares que han sidosão torpes ye repentinas, peroporém nunca hese vistoviu anenhum ningúnespecialista experto en elna arte de lada guerra que mantuviesemantivesse laa campañacampanha por muchomuito tiempotempo. Nunca esé beneficiosobenéfico para unum país dejardeixar que unauma operaciónoperação militar se prolongue por muchomuito tiempotempo.}}
 
{{versículo|1|4|Como se dicediz comúnmentecomumente, seja rápido como elo truenotrovão que retumba antes de que hayastenhas podido tapartetapar losos oídosouvidos, veloz como elo relámpagorelâmpago que relumbrabrilha antes de haberhaver podido pestañearpiscar.}}
 
Por lo tanto{{versículo|1|5|Portanto, losos que nonão sonsão totalmente conscientes deda la desventajadesvantagem de servirseservir-se dedas lasarmais armasnão no puedenpodem ser totalmente conscientes dedas las ventajasvantagens de utilizarlasutilizá-las.}}
 
Los{{versículo|1|6|Os que utilizanutilizam losos mediosmeios militares concom periciaperícia nonão activanativam a sussuas tropas dosduas vecesvezes, ninem proporcionanproporcionam alimentos enem trestrês ocasionesocasiões, concom unum mismomesmo objetivo.}}
 
Esto{{versículo|1|7|Isto quierequer decirdizer que nonão se debedeve movilizarmobilizar alao pueblopovo másmais de unauma vez por campañacampanha, ye que inmediatamenteimediatamente despuésdepois de alcanzaralcançar laa victoriavitória nonão se debedeve regresarregressar alao propiopróprio paíspais para hacerfazer unauma segunda movilizaciónmobilização. AlA principio estoisto significa proporcionar alimentos (para lasas propiaspróprias tropas), peroporém despuésdepois se quitantiram losos alimentos alao enemigoinimigo.}}
 
Si{{versículo|1|8|Se tomasao los suministrosinvés de tomar os mantimentos e armas de tuteu propiopróprio país, peroretirares quitasdo losteu alimentos al enemigoinimigo, puedesestarás estar bienbem abastecido de armamentoarmas y dee provisionesprovisões.}}
 
Cuando{{versículo|1|9|Quando unum país sepais empobrece apor causa dedas las operacionesoperações militares, isso se debedeve alao transporte de provisionesprovisões desdede unum lugar distante. SiSe lasas transportas desde unum lugar distante, elo pueblo sepovo empobrecerá.}}
 
Los{{versículo|1|10|Os que habitanhabitam cercapróximo de dondeonde está elo ejércitoexército puedenpodem vender sussuas cosechascolheitas a preciospreços elevados, peroporém se acaba de estedeste modo elo bienestarbem-estar deda lamaioria mayoríada depopulação.}} la población.
 
Cuando{{versículo|1|11|Quando se transportantransportam lasas provisionesprovisões muymuito lejoslonge, laocorre genteruína se arruina apor causa deldo alto costocusto. En losNos mercados cercanospróximos alao ejércitoexército, losos preciospreços dedas lasmercadorias mercancías se aumentanaumentam. Por lo tantoPortanto, lasas largaslongas campañascampanhas militares constituyenconstituem unauma lacraferida para elo país.}}
 
Cuando{{versículo|1|12|Quando se agotanesgotam losos recursos, losos impuestosimpostos se recaudanarrecadam bajosob presiónpressão. CuandoQuando elo poder ye losos recursos se hantenham agotadoesgotado, se arruina- else propioo paíspróprio pais. SeO privapovo alé puebloprivado de grangrande parte de suseus presupuestoprodutos, mientrasenquanto que losos gastos deldo gobiernogoverno para armamentos se elevanelevam.}}
 
Los{{versículo|1|13|Os habitantes constituyen laconstituem base de unum país, losos alimentos sonsão laa felicidadfelicidade deldo pueblopovo. ElO príncipe debedeve respetarrespeitar este hechofato ye ser sobriosóbrio ye austero enem susseus gastos públicos.}}
 
En{{versículo|1|14|Em consecuenciaconseqüência, unum general inteligente luchaluta por desproveerdesprover alo enemigoinimigo de susseus alimentos. Cada porciónporção de alimentos tomados alao enemigoinimigo equivale a veintevinte que te suministrasforneces a ti mismomesmo.}}
 
{{versículo|1|15|Assim, pois, o que arrasa o inimigo é a imprudência e a motivação dos teus em fazer desaparecer os benefícios dos adversários.}}
Así pues, lo que arrasa al enemigo es la imprudencia, y la motivación de los tuyos en asumir los beneficios de los adversarios.
 
Cuando{{versículo|1|16|Quando recompensesrecompensas ateus tushomens hombrescom conos los beneficiosbenefícios que ostentabanostentavam losos adversariosadversários loseles haráslutarão lucharcom poriniciativa propia iniciativaprópria, ye asíassim podráspoderás tomar elo poder ye laa influenciainfluência que teníatinha elo enemigoinimigo. EsÉ por esto par loisto que se dicediz que dondeonde hay grandes recompensas hay hombreshomens valientesvalentes.}}
 
{{versículo|1|17|Por consiguienteconseguinte, enem una batallabatalha de carros, recompensa primeroprimeiro alo que tometomar alao menos diezdez carros.}}
 
Si{{versículo|1|18|Se recompensas a todo el mundo, nonão habráhaverá suficiente para todos; assim, así puespois, ofreceoferece unauma recompensa a unum soldado para animar a todos losos demásdemais. CambiaTroca sussuas colorescores (de losdos soldados enemigosinimigos hechosfeitos prisionerosprisioneiros), utilízalos mezcladosutilize-os conmisturados losaos tuyosteus. Trata bienbem a losos soldados ye préstalespresta-lhes atenciónatenção. LosOs soldados prisionerosprisioneiros debendevem ser bienbem tratados, para conseguir que en elno futuro luchenlutem para ti. A estoisto se llamachama vencer alo adversarioadversário e incrementar por añadiduraacréscimo em tustuas propiaspróprias fuerzasforças.}}
 
{{versículo|1|19|Se utilizas o inimigo para derrotar o inimigo, serás poderoso em qualquer lugar aonde fores.Assim, pois, o mais importante em uma operação militar é a vitória e não a persistência. Esta última não é benéfica. Um exército é como o fogo: se não o apagas, se consumirá por si mesmo.}}
Si utilizas al enemigo para derrotar al enemigo, serás poderoso en cualquier lugar a donde vayas.
 
{{versículo|1|20|Portanto, sabemos que o que está à cabeça do exército está a cargo das vidas dos habitantes e da segurança da nação.Sobre as proposições da vitória e a derrota.Como regra geral, é melhor conservar a um inimigo intato que destrui-lo. Captura seus soldados para conquistá-los e dominas seus chefes.}}
Así pues, lo más importante en una operación militar es la victoria y no la persistencia. Esta última no es beneficiosa. Un ejército es como el fuego: si no lo apagas, se consumirá por sí mismo.
 
{{versículo|1|21|Um General dizia: "Pratica as artes marciais, calcula a força de teus adversários, faz que percam seu ânimo e direção, de maneira que ainda estando intato o exército inimigo, fique imprestável: isto é ganhar sem violência. Se destruíres o exército inimigo e matares seus generais,
Por lo tanto, sabemos que el que está a la cabeza del ejército está a cargo de las vidas de los habitantes y de la seguridad de la nación.
assaltas suas defesas disparando, reúnes uma multidão e usurpas um território, tudo isto é ganhar pela força."}}
 
{{versículo|1|22|Por isto, os que ganham todas as batalhas não são realmente profissionais; os que conseguem que se rendam impotentes os exércitos alheios sem lutar, são os melhores mestres do Arte da Guerra.Os guerreiros superiores atacam enquanto os inimigos estão projetando seus planos. Logo desfazem suas alianças.}}
 
{{versículo|1|23|Por isso, um grande imperador dizia: "O que luta pela vitória frente a espadas nuas não é um bom general." A pior tática é atacar uma cidade. Assediar, encurralar uma cidade só se leva a cabo como último recurso.
{{capítulos|[[El Arte de la Guerra: Capítulo I|Capítulo I]]|[[El Arte de la Guerra: Capítulo II|Capítulo II]]|[[El Arte de la Guerra: Capítulo III|Capítulo III]]}}-->
 
Emprega não menos de três meses em preparar teus artefatos e outros três para coordenar os recursos para teu assedio. Nunca se deve atacar por cólera e com pressa. é aconselhável tomar-se tempo na planificação e coordenação do plano.}}
 
{{versículo|1|24|Portanto, um verdadeiro mestre das artes marciais vence outras forças inimigas sem batalha, conquista outras cidades sem assediá-las e destroi outros exércitos sem empregar muito tempo.
[[es:El Arte de la Guerra: Capítulo II]]
 
[[Categoria:A Arte da Guerra]]
Um mestre experiente nas artes marciais desfaz os planos dos inimigos, estropia suas relações e alianças, corta os mantimentos ou bloqueia seu caminho, vencendo mediante estas táticas sem necessidade de lutar.}}
 
{{versículo|1|25|É imprescindível lutar contra todas as fações inimigas para obter uma vitória completa, de maneira que seu exército não fique aquartelado e o beneficio seja total. Esta é a lei do assédio estratégico.
 
A vitória completa se produz quando o exército não luta, a cidade não é assediada, a destruição não se prolonga durante muito tempo, e em cada caso o inimigo é vencido pelo emprego da estratégia.}}
 
{{versículo|1|26|Assim, pois, a regra da utilização da força é a seguinte: se tuas forças são dez vezes superiores às do adversário, cerca-o; se são cinco vezes superiores, ataque-o; se são duas vezes superiores, divide- o.
 
Se tuas forças são iguais em número, luta se te é possível. Se tuas forças são inferiores, mantenha-te continuamente em guarda, pois a menor falha te acarretaria as piores conseqüências. Trata de manter- te ao abrigo e evita o quanto possível um enfrentamento aberto com ele; a prudência e a firmeza de um pequeno número de pessoas podem chegar a cansar e a dominar inclusive numerosos exércitos.}}
 
{{versículo|1|27|Este conselho se aplica nos casos em que todos os fatores são equivalentes. Se tuas forças estão em ordem enquanto que as do inimigo estão imersas no caos, se tu e tuas forças estão com ânimo e eles desmoralizados, então, mesmo que sejam mais numerosos, podes entrar em batalha. Se teus soldados, tuas forças, tua estratégia e teu valor são menores que as de teu adversário, então deves retirar-te e buscar uma saída.
 
Em conseqüência, se o bando menor é obstinado, cai prisioneiro do bando maior.}}
 
{{versículo|1|28|Isto quer dizer que se um pequeno exército não faz uma valoração adequada de seu poder e se atreve a se tornar inimigo de uma grande potência, por muito que sua defesa seja firme, inevitavelmente se converterá em conquistado. "Se não podes ser forte, porém tampouco sabes ser débil, serás derrotado." Os generais são servidores do Povo. Quando seu serviço é completo, o Povo é forte. Quando seu serviço é defeituoso, o Povo é débil.}}
 
{{versículo|1|29|Assim, pois, existem três maneiras pelas quais um Príncipe leva o exército ao desastre. Quando um Príncipe, ignorando as ações, ordena avançar a seus exércitos ou retirar-se quando não devem fazê-lo; a isto se chama imobilizar o exército. Quando um Príncipe ignora os assuntos militares, porém compartilha em pé de igualdade o mando do exército, os soldados acabam confusos. Quando o Príncipe ignora como levar a cabo as manobras militares, porém compartilha por igual sua direção, os soldados estão vacilantes. Uma vez que os exércitos estão confusos e vacilantes, iniciam os problemas procedentes dos adversários. A isto se chama perder a vitória por transtornar o aspecto militar.}}
 
{{versículo|1|30|Se tentas utilizar os métodos de um governo civil para dirigir uma operação militar, a operação será confusa.
Triunfam aqueles que:}}
 
{{versículo|1|31|• Sabem quando lutar e quando não.}}
 
{{versículo|1|32|• Sabem discernir quando utilizar muitas ou poucas tropas.}}
 
{{versículo|1|33|• Possuem tropas cujas categorias superiores e inferiores tem o mesmo objetivo.}}
 
{{versículo|1|34|• Enfrentam com preparativos os inimigos desprevenidos.}}
 
{{versículo|1|35|• Tem generais competentes e não limitados por seus governos civis.}}
 
{{versículo|1|36|• Estas cinco são as maneiras de conhecer o futuro vencedor.}}
 
{{versículo|1|37|Falar que o Príncipe seja o que dá as ordens em tudo é como o General solicitar permissão ao Príncipe para poder apagar um fogo: quando for autorizado, já não restam senão cinzas.}}
 
{{versículo|1|38|Se conheces os demais e te conheces a ti mesmo, nem em cem batalhas correrás perigo; se não conheces os demais, porém te conheces a ti mesmo, perderás uma batalha e ganharás outra; se não conheces a os demais nem te conheces a ti mesmo, correrás perigo em cada batalha.}}
 
[[fr:L’Art de la guerre#Article I De l’évaluation]]
[[en:The Art of War (Sun)#I. LAYING PLANS]]
[[es:El Arte de la Guerra: Capítulo III]]
[[nl:Sun Zi - Militaire strategie#Hoofdstuk 1 - Berekeningen]]
[[zh:孙子兵法#始計第一]]
 
[[Categoria:A Arte da Guerra]]
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