Diferenças entre edições de "História da Mitologia/Prefácio"

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|autor=Thomas Bulfinch
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|obra =Se nenhum conhecimento merece ser chamado de útil, exceto aquele que nos ajuda a ampliar as nossas possibilidades ou a elevar a nossa condição diante da sociedade, então, a Mitologia não tem nenhum direito qualquer a reivindicação. Porém, se o que impele a nos tornar mais felizes e melhores pode ser chamado de útil, então nós reivindicamos o epíteto para o nosso assunto. Pois a mitologia está a serviço da literatura, e a literatura é uma das melhores aliadas da virtude e promotoras da felicidade.
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Atualmente os personagens mitológicos são abordados por alguns nerds produtores de jogos, filmes, revistas pornô etc, etc. mas fora isso são dotados de total falta de utilidade e só servem para ocupar espaço nos já pesados livros de história. porém sempre existe algum loco que sem nenhum motivo evidente gosta de mitologia e gasta tempo escrevendo artigos como este.♀♀♀♀♀♀♀#
Sem o conhecimento da mitologia grande parte da elegante literatura do nosso idioma não pode ser compreendida e apreciada. Quando [[:w:Lord Byron|Lord Byron]] chama Roma de [[:w:Níobe|"a Níobe das Nações"]] ou diz que Veneza "se parece com uma [[:w:Cibele|Cibele]] marinha recém saída do oceano", ele evoca ao espírito estar familiarizado com a nossa temática, sendo estas as ilustrações mais vívidas e contundentes que o lápis pode fornecer, mas que ficariam perdidas para o leitor com desconhecimento da mitologia. [[:w:John Milton|Milton]] também está repleto de alusões dessa espécie. O curto poema "Comus" contém mais de trinta desses exemplos, e a ode "Na manhã da natividade" quase a metade. Em toda sua obra [[:w:Paraíso Perdido|"Paraíso Perdido"]] elas existem em profusão. Essa é mais uma razão porque frequentemente ouvimos pessoas dotadas de conhecimento afirmando não gostar das obras de Milton. Mas se essas pessoas pudessem acrescentar aos seus já sólidos conhecimentos o fácil aprendizado deste pequeno volume, grande parte da poesia de Milton que a elas parece "desagradável e incompreensível" seria considerada "música como o alaúde de Apolo". As nossas citações, tomadas de mais de vinte e cinco poetas, de [[:w:Edmund Spenser|Spenser]] a [[:w:Henry Wadsworth Longfellow|Longfellow]], irão mostrar como tem sido geral a prática de emprestar ilustrações da mitologia.
 
Os escritores de prosa também se utilizam da mesma fonte de ilustrações elegantes e sugestivas. Dificilmente alguém poderá pegar um periódico como o "Edinburgh Review"<ref>[https://en.wikepediawikipedia.org/wiki/Edinburgh_Review Edinburgh Review]</ref> ou o [[:w:Quarterly Review|"Quarterly Review"]] sem encontrar alguns exemplos. No artigo de [[:w:Thomas Macaulay|Macaulay]] sobre Milton você encontrará duas dezenas deles.
 
</poem>osPorém, como a mitologia deve ser ensinada para alguém que não venha a conhecê-la por meio dos idiomas da GreciaGrécia e dade Roma? A dedicação ao estudo de uma espécie de aprendizado que se relaciona inteiramente com supostas maravilhas e crenças obsoletas é coisa que não se deve esperar do leitor comum numa época de praticidade como a nossa. O tempo, mesmo o dos jovens, é disputado por tantas ciências de fatos e acontecimentos, que pouco sobra para que ele se dedique a tratados sobre uma ciência baseada em meras fantasias.
Porém, como as mitologias devem ser ensinada para alguém que não venha a conhecê-la por meio d<poem>
</poem>os idiomas da Grecia e da Roma? A dedicação ao estudo de uma espécie de aprendizado que se relaciona inteiramente com supostas maravilhas e crenças obsoletas é coisa que não se deve esperar do leitor comum numa época de praticidade como a nossa. O tempo, mesmo o dos jovens, é disputado por tantas ciências de fatos e acontecimentos, que pouco sobra para que ele se dedique a tratados sobre uma ciência baseada em meras fantasias.
 
Porém, será que o conhecimento necessário do assunto poderia ser adquirido através da leitura dos poetas antigos por meio de traduções? A resposta que encontramos é que o campo é muito extenso para um curso preparatório, e essas mesmas traduções exigem algum conhecimento prévio do assunto para torná-los inteligíveis. E se ainda resta alguma dúvida, é só iniciar a leitura da primeira página da [[:w:Eneida|"Eneida"]], e ver o que ele consegue entender sobre "o ódio de [[:w:Juno|"Juno"]], o "decreto das [[:w:Parcas|Parcas]]", o "julgamento de [[:w:Páris|Páris]]", e as "honras de [[:w:Ganímedes (mitologia)|Ganímedes]]" sem este conhecimento.
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