Diferenças entre edições de "Página:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf/7"

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{{Capitular|N|cor=black}}aquella casinha branca, lá muito longe, móra uma triste velha, de mais de setenta annos. Coitada! Bem no fim da vida que está, e tremula, e catacega, sem um só dente na bocca– jururú... Todo o mundo tem dó d'ella: Que tristeza viver sozinha no meio do matto...
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{{Capitular|N|cor=black}}aquella casinha branca, lá muito longe, móra uma triste velha, de mais de setenta annos. Coitada! Bem no fim da vida que está, e tremula, e catacega, sem um só dente na bocca– jururú... Todo o mundo tem dó d'ella: Que tristeza viver sozinha no meio do matto...
   
 
Pois estão enganados. A velha vive feliz e bem contente da vida, graças a uma netinha órfã de pae e mãe, que lá mora des'que nasceu. Menina morena, de olhos pretos como duas jaboticabas – e reinadeira até alli!... Chama-se Lucia, mas ninguem a trata assim. Tem apellido. Yayá? Nenê? Maricota? Nada disso. Seu apellido é "Narizinho Rebitado", – não é preciso dizer porque. Alem de Lucia, existe na casa a tia Anastacia, uma excellente negra
 
Pois estão enganados. A velha vive feliz e bem contente da vida, graças a uma netinha órfã de pae e mãe, que lá mora des'que nasceu. Menina morena, de olhos pretos como duas jaboticabas – e reinadeira até alli!... Chama-se Lucia, mas ninguem a trata assim. Tem apellido. Yayá? Nenê? Maricota? Nada disso. Seu apellido é "Narizinho Rebitado", – não é preciso dizer porque. Alem de Lucia, existe na casa a tia Anastacia, uma excellente negra