Diferenças entre edições de "Eu (Augusto dos Anjos, 1912)/Vencedor"

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[[Categoria:Texto rubricado pelo autor em 1902]]
Toma as espadas rútilas, guerreiro,
|autor=[[Categoria:Eu (Augusto dos Anjos, 1912)]]
 
E à rutilância das espadas, toma
 
A adaga de aço, o gládio de aço, e doma
 
Meu coração - estranho carniceiro!
 
 
Não podes?! Chama então presto o primeiro
 
E o mais possante gladiador de Roma.
 
E qual mais pronto, e qual mais presto assoma
 
Nenhum pôde domar o prisioneiro.
 
 
Meu coração triunfava nas arenas.
 
Veio depois um domador de hienas
 
E outro mais, e, por fim, veio um atleta,
 
 
Vieram todos, por fim; ao todo, uns cem...
 
E não pôde domá-lo enfim ninguém,
 
Que ninguém doma um coração de poeta!
 
''([[Eu (Augusto dos Anjos)|Eu]], 47)''
 
[[Categoria:Pré-Modernismo]]
[[Categoria:Augusto dos Anjos]]
[[Categoria:1912Poesia brasileira]]