Através do Brasil/LXXXII: diferenças entre revisões

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Efetivamente, o engenheiro Meneses não morrera. O homem da canoa dissera: “um engenheiro que estava em Petrolina morreu... Enterrou-se ontem, em Juazeiro”. Era verdade: morrera um engenheiro, que estava doente em Petrolina; mas esse era um engenheiro que trabalhava na estrada de ferro de Alagoinha a Juazeiro, e viera doente, passando-se para Petrolina, na esperança de melhorar, e lá falecera.
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