Galeria:Pastoral aos crentes do amor e da morte (1923).djvu

Pastoral aos crentes do amor e da morte (1923).djvu
Título Pastoral aos crentes do amor e da morte
Autor Alphonsus de Guimaraens
Local São Paulo
Editora Monteiro Lobato & Cia Editores
Ano 1923
Fonte Digitalização dos originais
Progresso Revisão pendente
Páginas
Indice
Obs: A predefinição {{Modernização automática}} será aplicada automaticamente às páginas transcluídas com cabeçalho.
BRAZÃO
Pag.
I — De solar em solar, menestrel dos mais pobres 
 9
II — De casal em casal, alma cheia de flores 
 11
AS ESTANCIAS
I — Foi a tua belleza? 
 15
II — Uma nota de flauta dentro da alma 
 16
III — Para onde foi a minha companheira? 
 17
IV — Vós que subis por este verde monte 
 18
V — Foi-se, como a formosura 
 19
VI — Quando as folhas cahirem, e tu fôres 
 20
VII — “Que tens” disseste (e a minha amada 
 21
VIII — No ribeiro ennervado a sombra do arvoredo 
 22
IX — Trio romanesco 
 23
X — As ovelhas vão para o aprisco 
 24
XI — O’ pallidez das tardes ermas 
 25
XII — Vinha nascendo a aurora como nasce 
 26
XIII — O amor tem vozes mysteriosas 
 27
XIV — Todo o antigo passado 
 28
XV — Minha vida descança 
 29
XVI — Talvez o derradeiro occaso 
 30
XVII — Quando o occaso, triste, vinha 
 31
AS CANÇÕES
I — Ando colhendo flores tristes 
 35
II — A bençam do luar 
 36
III — Ai! flores para enfeitar-te o leito 
 38
VI — Barcarola 
 43
VIII — Quando chegaste, os violoncellos 
 47
IX — Eras a sombra do poente 
 48
X — Velhas verdades 
 49
XI — Boas festas! Boas festas! 
 51
XII — Côro de archanjos para os teus ouvidos 
 53
XIII — Barcarola 
 55
XIV — Evocações 
 57
XV — Manhans hilares, manhans 
 59
XVI — Na primavera, que era a primeira 
 60
XVII — Serenada 
 62
XVIII — Soidâo 
 65
XIX — Se eu acabar pobre e ceguinho 
 66
XX — Ai! tão velhinho nos meus velhos annos 
 68
XXI — Ventura 
 70
XXII — Carmen Coreano 
 72
XXIII — O’ poente que te vaes em sombras mortas 
 74
XXIV — Tercetos de amor 
 75
XXVI — Existem junto da fonte 
 78
XXVII — Aria 
 79
XXVIII — Canção do outomno 
 80
XXIX — Carmen Coreano 
 81
XXX — Trovador, as tuas trovas 
 83
XXXI — Vou subindo por uma escarpa 
 86
XXXII — A corrente 
 88
XXXIV — ...Pois á luz estranha e livida do luar 
 90
XXXV — Tantos sonhos que tive e tantas esperanças 
 92
XXXVI — Eu não queria ser o sol, e nem a lua 
 94
XXXVII — O lirio e a estrella 
 96
OS SONETOS
I — Do teu olhar a bençam vespertina 
 99
II — Senti de um corvo sobre mim as azas 
 100
III — Crysanthemo divino aberto em meio 
 101
IV — Vagueiam suavemente os teus olhares 
 102
V — A’s vezes, quando o luar nascia, eu vinha 
 103
VI — Ficavamos sonhando horas inteiras 
 104
VII — Bem mais chorosa que uma desprezada 
 105
VIII — Quizeras ser a Laura de Petrarca 
 106
IX — Olhando para o céu contemplo a estrella 
 107
X — Clarões boreaes nos olhos de esmeralda 
 108
XI — Lirios 
 109
XIII — Violetas 
 111
XIV — Nada somos, sabeis, e que seremos 
 112
XV — Por entre mil relampagos e raios 
 113
XVI — Venham teus olhos celestiaes e humanos 
 114
XVII — Resumes para mim todas as Lauras 
 115
XVIII —Era noite de lua na minh’alma 
 116
XX — Quando te fôres, branca, de mãos postas 
 118
XXI — Estrella solitaria que me espias 
 119
XXII — Quando tu viste o branco jasmineiro... 
 120
XXIII — Negro navio que se fez ao largo 
 121
XXIV — Descerra os labios para a prece... corre 
 122
XXV — Alem do mundo, muito alem, divaga 
 123
XXVI — Crença e descrença! Entre estes dois extremos 
 124
XXVII — Quem sonha vive numa eterna festa 
 125
XXVIII — De onde te vêm a pallidez profunda 
 126
XXIX — Perdida pela angelica celagem 
 127
XXX — Sombras de mumias na amplidão sombria 
 128
XXXI — Seremos como dois lirios enfermos 
 129
XXXII — Estão mortas as mãos daquella dona 
 130
XXXIII — Um luar de desamparo envolve as almas 
 131
XXXIV — O teu perfil suavissimo, sagrado 
 132
XXXV — Se eu a visse descer da escadaria 
 133
XXXVI — A aurora loira que me guiava os passos 
 134
XXXVII — A mocidade vae-se como as flores 
 135
XXXVIII — O Charonte infernal pega dos remos 
 136
XXXIX — A aurea estrella que lucida lucilla 
 137
XL — Minh’alma é um branco ossuario entre alvos cirios 
 138
XLI — Passo de novo pela triste aldeia 
 139
XLII —A ventura de amar é passageira 
 140
XLIII — Ah! noites plumbeas que se não nevosas 
 141
XLIV — Soidão, saudade, quietude do ermo 
 142
XLV — Lua das noites pallidas! alheia 
 143
XLIX — Porque, na vida, vós sabeis, ninguem 
 144
XLVII — Ainda revejo a imagem promettida 
 145
XLVIII — Como os outros pensei (ó primavera) 
 146
XLIX — Quando estamos na flor da edade, quando 
 147
L — A desventura de minh’alma é tanta 
 148
A CatedralEsta obra tem uma versão audível 
 149

Um ou mais capítulos estão disponíveis no formato de texto audível.