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E iam todos; guerreiros, donzellas,
Velhos, moços, as redes deixavam;
Rudes gritos na aldêa soavam,
Vivos olhos fugiam p′ra o ceu:
Iam ve-la, Jacy, mãe dos fructos,
Que, entre um grupo de brancas estrêllas,
Mal scintilla : nem póde vencel-as,
Que inda o rosto lhe cobre amplo veu.



E um guerreiro : «Jacy, doce amada,
Retempera-me as forçai ; não veja
Olho adverso, na dura peleja,
Este braço ja frouxo cahir.
Vibre a setta, que ao longe derruba
Tajassú, que roncando caminha;
Nem lhe escape serpente damnínha,
Nem lhe fuja pesado tapir.»



E uma virgem: «Jacy, doce amada,
Dobra os galhos, carrega esses ramos
Do arvoredo co′as fructos que damos