Página:Broqueis.pdf/128



Que tu não póssas, Sentimento ardente,
Viver, vibrar nos brilhos do ar fremente,
Por entre as chammas, os clarões supérnos.

Ó Sons intraduziveis, Fórmas, Côres !...
Ah! que eu não póssa eternizar as dôres
Nos bronzes e nos marmores eternos !