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l?nho, pot amorte d? sam ]our?n?o. to cJaro ?m os co?uos ?o ca?o d? sam uyc?at? dos quaa?s ?(?rmam os 9u? mo?am meens de muy antijga ydade aqueo preguntey nunca uyr?m em elles mudanna, por que sore dous? e n?ca ma?s hem menos Ueensse aos homeens rece?r opam que lhe lanqom, e aguardam tissegl?ro, e do. preto como se lossera aues m?ssas. ?to ?tureza nora conssente que t?to podessem uyuer por que na leenda do dicto sancto fez meen?om que dous eoruos guarda- tom, osseu corpo .das outras aues, e caa?s quando no- campo foy l?n?ado, e agora ueer aquelles que nunca sore nero ma?s nero menos, como dicto he, sero adoe- eerem, nero fazerem mudanna em sua manssydooe rece cousa mayto marauylhosa F?se disserem que o? coruos uyuem m?yto, como em geeral sediz, e ?rem .nora he myilagre, digline doutros semelhaates, pot que nunca os uy, hem ouuy delles fallar. ? todos tan- to uyuessem pois que fazem geeracom, como todas outras aues, muytos mais set,am Epois assi n? he aquesto magnyfesto se demostra, conuem confesaar a- todos que ?e gram marauyiha Eao? xpiaos que muy eu]dente myllagre Es?e disserem que pr?dem dos padres, aigu? uezes seria mais, ou nos que dous, oque senom uyu em renembranqa d? homers. Eassy como ueemos este, deuemos creerlos outros aprouados per assancta igreia em que anoss? fie ouae muj pryncipal fundamento Terceira fa9o das uirtudes, assy que ajamos per uirtude oque per ella for determynado E ?or ue naturalmente per ordenan- ?a deaosso senhot elias ?em seer conhec?das per to- das pessoas uirtuosas, e entendidas, bern he trabalhar- mos deas saber e praticar quanto mais e reelhot p? dermos Quarta he do conhecymento dos pecados bre os uaaes he de?saber ue sore sere se undo ee- q - q g .g ral deuysom como dicto he, mas teem muytas defa- ren?aa. Ca aom alguRs em obrar, fall? ou pe?aara