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scripturn, qua diz, todailas cousas sum lympss nos lyrepun ? trabalheme lazer aigutls acton, punto qua lhe oejam peri?o* manygfesto por aqual razom anfry ?-?)ro jnoslenmyoeeo, fcicton eaa?.muytan u.ezes em grandes erros sea tomarea del!o 8entido, cuyd/ido qua lites be dado toda cousa lazer, l?..is qua sore ?pirituaaen pero qua dents materin, main cSuenyente seja ca]Jar,. qua muyto em ella fallar, porem nora pode hotnero tearsee qua a!� cousa nora digs, mayormente da qu.e!!ao .que nora ha muyto qua acontecerom E estes splrltuaae8 deque fallamos eatants sAdice deueer qua dam dessy consaentymAto huff ao outro .s. el sella dea- ne leixar6 tocar so specia de c?ridade, cont/ldo hug ao outro 08Tande amor quesse ham, ehmando nescia.- Jnente'aquel amor car/dade E emtai re?ontamento, o descobrymento damor, ha grande caj5, por qua de- rases cost08 ueem santas qua en?pe(;oentam, e chagam rnortaimente. os coraqo/ie8 damor denordenado Eoquo em esto peor .he, que nom noo adeos, e 'ace /[jos, tambern son homers, enos dinboa auorrece, �0rom al- guff8 moihere8 chamadas 8pirituaaes enfiamadas de npL- ritu deluxuria, qua por 8cunarem sun luxuriosa condi- ?om preoumyrom dizer qua em aquelle8 abra?08, e tangymentos (?ujos e contrairon aapureza da caatidade, an. yam grande. desejo dedeos oque nom anteado qua oeja senom hu/I fnbuila de error pera remouer e/?duzer homem acometer, e comprir semelbauees ms!lea, e ?ron peore8 sea scrupulo de conciencia, dime tu qua per uentura cato podarias creer algu/l qua to dissense cubnrta de enganoso ue?tido se ante ouesta quete semeiham spirituaaes, 86 e880 qua parecam segundo deuem fazer tu crees. Certo he qua outra couna nora ?em dizer ne nora aqueila que do spiritumancto proce- de, poi9 sea duuyda uerdade he que do 9piritu sancto Dom procede cousa senore proueitosa, huneats, e'nora danusa, pois qua c,oncordan(?a tern oenpir/tu 8anct. o eqm? on toc&m. entos .(?ujoq. ) ebeyjos ]uxuri,oion, ou