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Por que uy mu?to?'fal]ar .:?' e?: bern fugyr napestel -? lenin .teendo desuairada? teenqoo?, afirm//do codahull assua neet* mythor, uos screuo oque' dello me pareoe. Os que teem que .he bern nora lhe fug. yr d/? estas zoo/?s Prymeyra que ao poder denosso .aenhor nora podera econder.como se screue, so ,obir ao ceeo, es, e se ao perfunO, per teu poderio presente estu assy que aiguil del nora uem fugyr aapestellenqa, que per seu special poderin uem e leua quaaes lhes praz, e leixa os ?lue manda, Segundo, diz?, que se uyssem de que fug?riam como de ,huil hornera, e besta queo motor, mar, fogo, e outros contrairos conhec?dos,?maa della nora ueem deque ajom de fugyr. Terceira mos- tram serodos fogyssem oreundo se-perde?ia, pot qua as .cidodes. e uyllas seriam despebradas detodo, herdade? nora se aproueitariam. Eporem he bern fngir e aguardar amercee denosco senhot Quarto, .il- lham pot fundamento, que he'outra cousa, nora so- mos main theudos que acomprir as obras da m$sericor-, dia, pois como as compriremos em tal tempo, que tan?. to compre pera uysytar enfermos, soterrar mottos conssoUar os desconssollados, senos. de tai lugar par-. titmoo Eassy per taaes razoo?s, e semelh/?tes afirmam que nora he bern defugyr Aas quaaes eu respondo se- gundo reelhot me parece pot que sore per requerjm?to dauoontade, e per razom muyto jnclinado asseguyr coas?elho dos fisicos, elhe logit cedo, 1onge, e tot- nor *tarde Equanto aaprymeira digo que nora fu o, g poderio denosso senhot, ante me acouto ael, dandollm gra?a? pot me fazer hom? razoado.,. conheced0r dan. couau contrairas? e prou?/i?;osas ? aalem do qUe fa?-em