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o LEAL (?ONSS?,L?rRIROJ 253 acreceniar';Etam bern nos �az conhecer em que cousas per nosso juyzo, se�o que sabemos e prat?camos, deuemos determjnadamente �allar? e obrar e quaaea cSuem seerera JeiYadas aprellados e confessores feito da conciencia, e allegistas, e de�istas no que perteece adereito Caoa fisicos? e cellurgia?es em as jnfirmades Eassy acadahull em as cousas que per the0- fica e pratica mais sabem, husando corn elles per nos- so juyzo,-nas cousas que per elle bern podemos enten-? der, e determynar Eo mais someter aas suas detirmy- na(;oties, ca per myngua detal conheoimento, muytos. que pot sesudos sore contados, caai? em grandes �alli cimentos, q?erendo julgat, e determynar per boa ra- zorn oque pot ella sero enssyno, ou grande pra�ica se nom po(le bern entender, nero saber. Justi(;a manda Jaossa geeral uoontade desejar, e seguyr oque per pru- dencia lhe l?or pot reelhot demostrado, e consselhado per temperan(;a pryncipalmente regemos rodalias xoo?s da parte desejador, abein e areal perteecentes E per .fortelleza dessa guysa as da parte defenssor, ou

yracyuel.

Capi tullo -Ixxx. dos fallidm?tos aas uirtud?s mais �he?ados.' Todas estas uirtudes suso dietas nos auysam pera bern conhecer e seguir as dereitas obras uyrtuosas, desemparando' os failicym6tos tanto aeilas chegados que per geeral openyore hug per outra se filha, das quaaes pot algu/t declara(?om, estes poucos enxempros? uo8 screuo. Estucia, per prudencia muytas uezes so nomea 6 tanto quo n,o auangelho nosso senhot diss o quo perderia aprudonela dos prudentes, e que os filho? deste segre.er/I mais prudentes que os da luz, nora di zendo esto dau?rdade-ira prudencia, mas dos que ha.- sam da.estuchi E antre elias he tal deferen(;a, prudon* cia, rodalias cousas manda, e consselha fazer aamylhor l?a.rte? guardaado eerui?o. do senhot deos, e pratioa