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3? O LEAL mas nossa so.flc|enc|a de does he. $e�a queos nos ueem per nossos merecimento8 ou que nosso sse- nhor nos he em a]gu?t cousa obri� pera nos galar- dear serui?os, ou ?lgufis boons que per seu amor ?amos. F?pera tirar t-al ten?om dezia oapostollo. No per as obras da justi?a que fezemos, men per atua grande mysericordia nos fezeste saluos essenher nos mandou, quando tedas cousas bern fezerdes, dizee ser- uos sero proueito seines. Terceira quando presumymos que seines ? ai�s cousas muyto auantejados Eporem contra razom as fozemos ou. os outres desprezamos, dos quaaes se diz, As cousas mais fortes qu? ty nora buscaras. Eas !nais a]tas hem scoldrinharas , Enom tentaras essenher teu does, ?no euangelho do farizeu quesse chegou ao altar, dizendo senher gra?as te doe, ?orque nora sou tal como quaaes quer homoohs mata- ores, roubadores, ou como este publicano. Ca eu jejuil dous dias na somana e de quanto ey dou adizi- ?na, eo publicano delonge estands, os olhos ao ceeo l?om se atreuia daleuantar dizendo amerceate demym pecador. Enosso senher determyna que este publicano sse partie muyto mais justo queo fariseu que despre-

zaua, ajnda que lhe desse gra?as'dos beens que sentia

enssy. E daquesta soberua, sore outras .duas deferen- ?as. Hu/t quesse chama spidtua. l, e outra temporal ?espirituai se leuanta per cadahuS das ?uisas suso scri- ptas-, per aazo das uirtudes e bondados. Ea temporal, em poderos, riquezas, sotilleza, manhas boo parecer, f. ortelleza do cora?om e do cbrpo c6 bob desposi?om deJ. Eassy detoda eousa que aesta uyda perteence Et6 este pecado outras tres deferen?as PrimeEra que caya- moa em el per penssamento leixandonos em el jazer perlongadamente, ou er conssentymento da uoontade P . determynada. Segunda per pallauras scr, ptas, ou rao?- tran?as e conte?en?as. Terceira per obras que faze- 4roes, mandames, on con?entymos per nossa. uanta- &era e real ou abatymento dourrein. Edaz primeiras