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rio 0 LEAL CONSaELHEIRO. tr? fe nos deue entender, senore da sum dita. Ca nos entendamos clue nos he dado lugar par coosan qua razoadas parec?om auer sanhm como ansy seia clue qual quer. cega os olhos da raz?, psis clue deference sere pera tirar auista, poet ante on olhos pasta de �hilbo, ou douro, Certs he clue ansi shunt como aou? tra anista erabarge aquella tirade, logo pera cayr es tamos muyto apareihados. Essemelhante .faz ella cluen- tis .de s?os se ansenhora par qual cluer cause. F?ieclar8 raMS ClUe deste sol, aCluel dicto nos deuemos t?tender quesse nom ponha sobre noss? sanha. Ca sea ieixanse- ?ao? durar em nos ataa el posts, poderin ?eer que procederiamos ante qua se posesse auyngan?a Epor qua odicto spastolls nosmends afar contynuadamento e sero entrepayments Eossenhor diz qua eatands ante oaltar, senos li?brar clue nosso jrmatto tern algutl canalalia contra nos clue Jeixemos nossa alerts e nos uaamos reconciliar cam el. Essenos ansy mends cam nossos jrmattoa, ante qua ol'ere?amos nonsas afartea, e a?ordar earns eons?ttria-quem ataa.ossol posts earn peaados podensemos estar enframados em ella, orando as fenhor qua-de nonsas ofertas nos mandou cessar, 8tan qua corn ells seiamos recanciliados. Pores diz ?.n?o?ue aquel dicto eatender do aol d&ju.tiqa, x' oqual zenos uir ?uoltos em saaha no? fires sinme da ann gra?m Easeressa da canto daquellez do qua be ?ripto queo sol aeihe? pos no sea dis par ?eerem del de?amparados. Outro entendimiRo declare q? ragoadamente podessa illher par olume da deceli,. 9os que se poem e cega ass que muyto estom acemoo ? este pecado, Eporem conclude que nos pode sero ?al?.cimemto auer 1ogar em outtoo casos, f'ora do suso scriptoe .s. que nos as?nhemos contra a8 temta?oo?S? do ?pecado, lille no8 seas nos contradizemo?, e delhi ?e(l?a senos se?ue, atica, e costr?nge. Oetroa teem qu? &Jg,Jftt uezes assanha he proueitosa p_or qua ha ebem' at cousas m?lhor e mais prestemQnte. ]?por aeon.