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1. Fabulae antiquae (desfiguramento em prosa, verso a verso, de Phedro), ms. de Leiden, dos secc. X-XI, publicado por Nilant em 1709; vid. Hervieux, I, 242-266, e II, 131.
a) ms. (sec. X, em prosa) de Weissenburg, hoje em Wolfenbüttel; vid. Hervieux, I, 268 sqq., e II, 157.
Derivados de Phedro edições de Steinhöwel, em Ulm (sec. XV), base de todas as edd. posteriores. D'ahi provém as traducções e edd. hespanholas (Isopete historiado, 1.ª ed. 1489).
2. Aesopus ad Rufum representado por A) Romulus ordinarius ou vulgaris (Hervieux, I, 330, 3 II 195). prosa; Romulus de Beauvais; R. de Munich; etc., — em latim.
derivados latinos verso: Anonymo de Nevelet, ou Walter, em latim (sec. XII). Com tradd. e derivados: Ysopet I de Paris, Yzopet de Lião (sec. XIII-XIV); varios fabularios italianos (Per uno da Siena, Riccardiano, Accio Zuccho, Apologhi Verseggiati, Tuppo; vid. sobre isto Brush, The Isopo Laurenziano, p. 31-34); O LIVRO DE ESOPO, em português.
b) Romulus primitivus, prosa, hoje perdido (Hervieux, I, 306); d'elle resta verso: Alexander Necklam, em latim, sec. XII (Hervieux, I, 668), d'onde provém o Ysopet II de Paris e o Ysopet de Chartres (vid. G. Paris, Litt. Fr., 3.ª ed., § 80).
B) Romulus de Vienna.
C) Romulus de Florença.
D) Romulus de Nilant. D'aqui provém, em parte, as Fabulas de Marie de France (sec. XII), e d'estas provém muitos fabularios italianos (Isopo Laurenziano I e II, Palatino I e II, Rigoli; vid. Brush, The Isopo Laurenziano, p. 46).
Etc.)