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altar de Nossa Senhora do Carmo, resplendente de flores e de luzes.

À porta parou um instante, ergueu a cabeça para a torre e gritou:

- Toca segunda vez, José, que já é tempo.

Os sinos repicaram, espalhando no ar alegres notas argentinas. Homens e mulheres aproximavam-se da igreja, vindo dos quatro ângulos da praça, com roupas de festas, a passos apressados, para escolher o melhor lugar.

Macário, de pé, à porta, de cabeça descoberta, mergulhava o olhar nos grupos, esforçando-se por disfarçar a alegre ansiedade que o possuía.

Era um domingo. Aquela gente que se aproximava vinha à missa mas era principalmente atraída pela cerimônia que devia seguir o Santo Sacrifício. Casava-se uma sobrinha do Neves Barriga com o filho dum fazendeiro do Urubus. Naquele dia, em pleno mês mariano, além da missa conventual,