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Paraense, viera às férias da Semana Santa, e deixara-se ficar vadiando; o Pedrinho Sousa, também estudante, companheiro do Totônio nos estudos e na cábula; o Manduquinha Barata, pequenino, bonitinho, bem vestidinho, fugira do Seminário de Manaus, por não poder meter o dente no Hora-horæ, e o pai, depois de lhe dar uma tremenda sova à beira do cacaual, quando o viu chegar de surpresa, pondo-o em papas e de cama por quinze dias, deixava-o andar vagando em Silves, namorando as moças e fumando cigarros, por não saber o que fazer dele; o juiz municipal, Anselmo Pereira de Campos Natividade, bacharel de Pernambuco, trigueiro e récem-formado, muito míope e muito pedante; o Felício boticário, irmão de D. Prudência, magro e esguio, parecendo filho do Valadão; e o Quinquim da Manuela, bom menino, sobrinho do Neves Barriga, pobre mas muito estimado. Macário não vinha ali para dançar, nem fora convidado para isso. Não freqüentava bailes, e viera à festa do Bernardino