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não pisar o chão, quase abraçados, ele soprava-lhe os cabelos castanhos com a respiração forte, ela, com o vestido de popelina azul-celeste caindo em pregas sobre os amplos quadris de mulher feita, deitava a cabeça sobre o fraque do cavalheiro, abandonando-se. O Felício botava a alma pela boca, carregando a irmã do Mapa-Múndi; não acertavam os passos, pareciam dois pistões duma peça mecânica em movimento alternado. O Manduquinha, esse, sim, divertia-se. Agarrara a menina pela cintura, e eram pulos, pinotes, saltos incríveis, patadas formidáveis querendo arrancar tijolos, uma dança desenfreada e patusca que punha tudo em rebuliço.

- É um diabinho, dissera D. Eulália, lisonjeada da preferência que rejeitara.

A palavra circulava. Era um diabinho o demônio do Manduquinha Barata!

O Chico Ferreira soprava a flauta. O Manduca sapateiro raspava com fúria a rabeca, fazendo macaquices.

A maior parte dos convidados havia