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e outras pessoas gradas. A um canto, solitário e sarcástico, o Chico Fidêncio rola as unhas, chupando de vez em quando o cigarro.

A sala de jantar estava cheia de fumo, havia copos de cerveja, a meio vazios, sobre as mesas. Da cozinha vinha um cheiro forte de café e de peixe frito.

- Um de rei! bradava triunfante o Neves, na ocasião em que Macário chegava. Tome lá para o seu tabaco, compadre.

Sereno e grave, o coletor respondeu:

- São coisas da sorte, felicidades de cada um. A vaza é nossa, compadre.

- Leve lá, que essa não me faz falta, acudiu generosamente o Neves. E metendo a mão no bolso traseiro da sobrecasaca tirou a caixa de couro e abriu-a, magnânimo:

- Vá lá uma pitada de amigo, compadre.

- Estou encaiporado hoje, exclamou o Mapa-Múndi, esfregando o lenço no rosto,