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Aquele padre triste tinha mistérios no gesto e uma agressão no olhar - pensava Francisco Fidêncio Nunes, voltando para casa, sozinho, muito preocupado.

Fidêncio fora, essa tarde - uma tarde de junho - sentar-se junto ao balcão do Costa e Silva, à Rua do Porto, onde se reunia de ordinário o grupo anticlerical que o tinha por chefe.

O sol, procurando esconder-se por trás da cordinheira, esbraseava as vidraças miúdas das casas voltadas para o ocidente, e uma grande sombra cobria a beira da praia e a parte adjacente do lago, que as águas