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Amazonas, vagabundeando pelas ruas de Silves, ou descansando à sombra das árvores frondosas do sítio do Urubus, ao lado de sua adorada Emília, num idílio perpétuo. Quem venceria nessa luta de vontades entre pai e filho? O Bernardino Santana era teimoso e rude, estava acostumado a lidar com escravos, mas o Totônio era moço, livre e apaixonado. Quem venceria?

Fazia-lhe falta o Totônio Bernardino. Se ele ao menos estivesse ali! Fidêncio não gostava de falar para tão pouca gente, principalmente não tendo à sua disposição senão os ouvidos do Pedrinho e do Manduquinha, que eram mais sócios e auxiliares do que público. Muito aborrecido, Fidêncio estava com vontade de mandar chamar o Regalado para lhe comunicar uma nova importante, a fim de que a espalhasse pela vila, mas não havia ali quem o fosse procurar.

Felizmente, um homem aproximara-se a passo vagaroso e grave. Era o coletor.