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que por último o despertara do letargo?

Macário não estava no lugar em que se assentara a vociferar contra os mosquitos, junto à fogueira, agora quase extinta. Essa ausência inquietava-o. Chamara e ninguém lhe respondera. Que queria isso dizer?

Era de recear uma desgraça. Desembarcaria para procurar o companheiro.

Mas nesse momento, a algumas braças de distância, vira surgir de dentro da água uma cabeça humana, com os cabelos colados na fronte, e logo à luz das estrelas um braço agitara-se no ar, e um homem nadando entre duas águas, com perícia, aproximara-se da montaria, batendo com as pernas, fazendo barulho para assustar as vorazes piranha pretas.

Com duas ou três fortes braçadas e o auxilio de padre Antônio, Macário de Miranda Vale achou-se dentro da montaria, confortado e risonho. Explicou que se atirara ao rio para fugir às mordidelas dos carapanãs, uma súcia de uma figa, capaz