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um homem favorecido por grandes milagres de Nossa Senhora do Carmo, um favorito do céu. A coisa fizera barulho. Fazendo ranger as botas sobre o ladrilho da igreja, Macário sentia-se possuído de legitimo orgulho.

Estavam longe os tempos em que padre José o descompunha aos olhos de todos, sujeitando-o ao desfavor público! O filho da lavadeira de Manaus era um homem importante, de quem se falaria nas folhas, ao que lhe dissera o professor Chico Fidêncio, que, triunfo incomparável! o tratava com muita distinção. Toda a gente lhe tirava o chapéu: boa-tarde, Sr. Macário, como passou, Sr. Macário? As visitas sucediam-se e Macário nunca em sua vida recebera visitas! Esperava todos os dias a do coletor, homem importante, freguês do Elias, e que o estava enchendo de atenções. O capitão Mendes da Fonseca viria insistir com ele para que aceitasse o lugar do José Antônio Pereira que se tornara um tratante maior da marca. Mas Macário não queria