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caprichosos com antiga e indelével tatuagem, e o do moço desmaiando em coloração branda de entrecasca de canela, nos contornos cheios, de suavidade feminina...

Tendo-os assim retratado complacentemente, começou a vê-los logo em ação, seguindo-os com uma curiosidade nova. Via-os, quando os supunha agressivos e ferozes, caindo-lhe aos pés, extáticos, fascinados, pedindo-lhe a benção, balbuciando palavras de humildade, na crença, como depois lhe disseram, que era a alma do padre santo João da Mata. Eram moradores do furo da Sapucaia, que atravessa do Sucundari para o Mamiá até o rio Abacaxis, e ali viviam desde que o velho, avô do moço, deixara de ser tuxaua duma tribo de mundurucus para batizar-se e vir a ser camarada do vigário de Maués, o santo padre João. Andavam naquela ocasião a colher guaraná e castanhas por sua conta, pois que o padre santo morrera, havia já tempo bastante para estar fedendo de velho lá no céu.