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na vila, assinava a pedido de Elias, e na qual se dizia que padre Antônio estava vivo. Nesse mesmo dia o Chico Fidêncio recebera uma carta do Costa e Silva, que em viagem para o Madeira, escrevera de Maués, relatando o encontro que ali tivera com o neto dum tuxaua mundurucu, o qual encontrara S. Rev.ma à margem do Sucundari, muito assustado ainda por ter escapado às mãos dos caboclos bravos, e depois parece que fora convertido pelo padre, ao que se podia depreender da meia-lingua do neto. Acrescentava o Costa que já havia escrito para o Pará ao seu correspondente para dar essa notícia, e assim se explicara como a gente do Diário do Grão-Pará soubera que padre Antônio estava vivo. O que ele capitão Fonseca não podia conseguir era conciliar a narrativa do Macário com o fato de estar vendo ali são e salvo, e até mais gordo, o senhor vigário. O Macário, estava agora convencido, pregara uma formidável peta à população de Silves. S. Rev.ma não morrera tal, porque