Abrir menu principal

Página:Ultimos Sonetos.pdf/144

138
ULTIMOS SONETOS


Ó meu ódio, meu lábaro bemdito,
De minh' alma agitada no infinito,
Atravez de outros lábaros sagrados,

Ódio são, ódio bom! sê meu escudo
Contra os vilões do Amor, que infamam tudo,
Da sete torres dos mortaes Peccados!