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INEFFAVEL!


Nada ha que me domine e que me vença
Quando a minh' alma mudamente accórda...
Ella rebenta em flor, ella transbórda
Nos alvorôços da emoção immensa.

Sou como um Réo de celestial Sentença,
Condemnado do Amor, que se recórda
Do Amor e sempre no Silencio bórda
D'estrellas todo o céo em que érra e pensa.