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Página:Ultimos Sonetos.pdf/187


A MORTE


Oh! que doce tristeza e que ternura
N o olhar ancioso, afflicto dos que mórrem...
De que ancoras profundas se soccórem
Os que penétram nessa noite escura!

Da vida aos frios véos da sepultura
Vagos momentos tremulos decórrem...
E dos olhos as lagrimas escórrem
Como pharóes da humana Desventura.