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Página:Ultimos Sonetos.pdf/200

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ULTIMOS SONETOS


Chammas novas e bellas vão raiando,
Vão se accendendo os limpidos altares
E as almas vão sorrindo e vão orando...

E pela curva dos longinquos ares
Eil-as que vem, como o imprevisto bando
Dos albatrózes dos estranhos mares...