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Página:Ultimos Sonetos.pdf/33


DE ALMA EM ALMA


Tu andas de alma em alma errando, errando,
Como de santuario em santuario.
És o secréto e mystico templario
As almas, em silencio, contemplando.

Não sei que de harpas ha em ti vibrando,
Que sons de peregrino estradivário,
Que lembras reverencias de sacrario
E de vózes celestes murmurando.