a carne
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dos mistérios tinha apagado rapidamente as velas, tinha fechado o oratório, estava de novo silencioso, sentado em um cepo, atiçando o fogo.

A rapariga dormia, dormia profundamente, respirando alto, em estertores.

Fora, o samba continuava; ouvia-se tutucar dos atabaques, e o estrupido surdo dos pés; sonoro, melancólico, plangente, repercutiu o estribilho:

« Eh! Pomba! eh! »