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Archivo nobiliarchico brasileiro/Jundiahy (1º Barão e Visconde do Rio Secco, com grandeza e Marquez de)

Archivo nobiliarchico brasileiro
José Smith de Vasconcelos e Rodolfo Smith de Vasconcelos
Jundiahy (1º Barão e Visconde do Rio Secco, com grandeza e Marquez de)


JUNDIAHY. (1º Barão e Visconde do Rio Secco, com grandeza e Marquez de) Joaquim José de Azevedo.

Nasceu em Portugal em 12 de Setembro de 1761.

Falleceu no Rio de Janeiro, em 7 de Abril de 1835.

Filho de Mathias Antonio de Azevedo e de sua mulher D. Maria Josefa de Oliveira.

Casou duas vezes, a primeira com D. Maria Carlota Miliard, em Lisboa, em 1787, e a segunda, no Rio de Janeiro, com D. Marianna da Cunha Pereira, filha dos Marquezes de Inhambupe.

Fidalgo Cavalleiro, por alvara de 5 de Setembro de 1808, do Conselho em 1810, escrivão dos filhamentos, Thesoureiro da Casa Real, tudo no reinado de S. M. D. João VI, onde teve o senhorio de Macahé, a Alcaidaria-Mór de Santos, a commenda de Christo e a da Torre e Espada, os titulos de Barão (1812) e Visconde (1818) por Portugal. Não querendo acompanhar El-Rei D. João VI á Portugal, passou ao serviço de D. Pedro I, que lhe deu a Grandeza do Imperio, o Officio de Porteiro-Mór, e as commendas das Imperiaes ordens do Cruzeiro e da Rosa.

BRAZÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro quartel, em campo de oiro, uma aguia de preto estendida; no segundo, em campo azul, cinco estrellas de prata em aspa com uma bordadura de vermelho cheia de aspas de oiro, e assim os contrarios. Timbre: a aguia do escudo com uma estrella das armas no peito, e por differença uma brica vermelha, com uma flôr de hz.

CREAÇÃO DOS TITULOS: Barão com grandeza do Rio Secco por decreto de 1 de Desembro de 1822. Visconde com grandeza do mesmo titulo por decreto de 1 de Desembro de 1822. Marquez de Jundiahy por decreto de 12 de Outubro de 1826.