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Archivo nobiliarchico brasileiro/Oliveira (Barão e Visconde de)

Archivo nobiliarchico brasileiro
José Smith de Vasconcelos e Rodolfo Smith de Vasconcelos
Oliveira (Barão e Visconde de)


OLIVEIRA. (Barão e Visconde de) Antonio da Costa Pinto. A Baroneza falleceu na Bahia, em 9 de Julho de 1873.

Bacharel em direito, chegou á Desembargador. Foi Presidente da Provincia da Bahia em 1860.

Fidalgo Cavalleiro da Casa Imperial, era Commendador da Imperial Ordem da Rosa.

CREAÇÃO DOS TITULOS: Barão por decreto de 6 de Setembro de 1866. Visconde por decreto de 16 de Fevereiro de 1880.
OLIVEIRA CASTRO. (Barão de) José Mendes de Oliveira Castro. Nasceu no Rio de Janeiro, a 4 de Outubro de 1842.

Falleceu em Paris, em 10 de Janeiro de 1896.

Filho de Antonio Mendes de Oliveira Castro e de sua mulher D. Castorina de Oliveira Castro.

Casou em primeiras nupcias com D. Carlota Ribeiro de Oliveira Castro, e em segundas nupcias, em Outubro de 1888, com D. Constança Torres e Alvim, viuva do D.r Henrique Corrêa Moreira. A Baroneza nasceu na Provincia do Rio de Janeiro, em 25 de Março de 1853, e é filha do Commendador Miguel Cordeiro da Silva Torres e Alvim e de sua mulher D. Josepha Rodrigues Torres e Alvim; reside em Lausanne. Abastado negociante, e capitalista, foi um dos fundadores do Asylo de

Mendicidade, Presidente da Associação Commercial e Director do Banco do

Commercio, no Rio de Janeiro.

Era socio benemerito do Instituto Historico e Geographico Brasileiro

desde 1890, Commendador da Imperial Ordem da Rosa e da de N. S. da

Conceição da Villa Viçosa.

BRAZÃO DE ARMAS: Da Baroneza de Oliveira de Castro, filha do Commendador Miguel Cordeiro da Silva Torres e Alvim. Uma lisonja esquartelada: no primeiro quartel, as armas dos Souzas do Prado, que s3o esquarteladas: no primeiro e quarto as quinas de Portugal, sem a orla dos Castellos, e no segundo e terceiro, em campo de prata, um leão sanguinho; no segundo quartel, as armas dos Alvim, que são esquarteladas: o primeiro xadresado de oiro e vermelho de quatro peças em faxa e outras tantas em pala; no segundo em azul, cinco flôres de liz de oiro, em santor, e assim os contrarios; no terceiro quartel, as armas dos Silvas, — de prata com um leão de purpura armado de azul; no quarto, as armas dos Torres, — em campo vermelho, cinco castellos de oiro, póstas em santor.

CREAÇÃO DO TITULO: Barão por decreto de 9 de Novembro de 1889.