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Archivo nobiliarchico brasileiro/Paranaguá (2º Visconde com grandeza e 2º Marquez de)

Archivo nobiliarchico brasileiro
José Smith de Vasconcelos e Rodolfo Smith de Vasconcelos
Paranaguá (2º Visconde com grandeza e 2º Marquez de)


PARANAGUÁ. (2º Visconde com grandeza e 2º Marquez de) João Lustosa da Cunha Paranaguá.

Nasceu na fazenda do Brejo do Mocambo, freguesia de N. S. do Livramento, depois villa e comarca de Paranaguá, no Piauhy, em 21 de Agosto de 1821.

Falleceu no Rio de Janeiro, em 9 de Fevereiro de 1912.

Filho do Coronel José da Cunha Lustosa e de sua mulher D. Ignacia Antonia dos Reis Lustosa.

Casou em 1847 com D. Amanda Pinheiro Paranaguá que falleceu em 1874; filha do Visconde de Montserrate, Joaquim José Pinheiro de Vasconcellos e de sua mulher D. Maria Francisca de Campos Pinheiro.

Bacharel em direito, pela Faculdade de Olinda, em 1846. Exerceu varios cargos na magistratura, aposentando-se com as honras de Desembargador em 1878.

Foi Deputado Provincial em 1840, e Geral, por sua Provincia, nas 8ª e 13ª legislaturas, de 1850 a 1865, quando foi nomeado Senador pelo Piauhy.

Presidiu as Provincias do Maranhão em 1858, Pernambuco em 1865, e Bahia em 1881.

Chamado varias vezes ao Conselho da Corôa, foi Ministro do Imperio no 15º Gabinete de 1859, da Justiça, da Guerra e dos Estrangeiros no 22º Gabinete de 1866; da Guerra no 27º Gabinete de 1878; da Fazenda e Presidente do Conselho no 30º Gabinete de 1882, e finalmente Ministro dos Estrangeiros no 33º Gabinete de 1885. Durante sua longa e honrosa existencia prestou mais de sessenta annos de relevantes serviços ao seu paiz.

Foi Presidente da Sociedade de Geographia do Rio de Janeiro, durante 29 annos; e do Instituto Historico e Geographico Brasileiro; Socio honorario do Instituto do Ceará, etc.

Era Grande do Imperio, Veador de S. Magestade a Imperatriz, Conselheiro de Estado em 1879, Commendador da Ordem de S. Gregorio Magno, Dignitario da I. Ordem da Rosa e Gentil-Homem da Imperial Camara.

CREAÇÃO DOS TITULOS: Visconde com grandeza por decreto de 18 de Janeiro de 1882. Marquez por decreto de 13 de Junho de 1888.