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nheiro, por essa honestidade palerma que elle exhibe como um cartaz, pelas suas ideias, por tudo! Odeio-o visceralmente — odeio-o porque tu o amas! Honesto, rico, querendo casar! Pateta! Como se fosse difficil ser honesto e casar, quando se tem dinheiro! Tivesse-o eu! Tivesse-o eu! E verias em vez deste « Capaz de tudo para viver » o teu honestissimo esposo. Porque tu havias de amar-me. Oh! as mulheres! Havias de amar-me e enganar-me depois com outro. Aqui, porem dá-se o inverso. Enganas-me a mim para casar com elle! Veremos a gargalhada final quem a dá!


Madame Vargas 

É a mim que tu perdes, só a mim… Desmoronas para sempre a minha vida.


Carlos 

Que importa, se me abandonaste antes, se por todos os lados me dizem que eu não passo de um malandrim desfarçado? Que importa se devo ceder o lugar