amanhecer do outro dia achou atirada à porta da igreja a oferenda que ficara sobre o altar.

O mesmo foi da segunda e terceira vez, até que o mercador vendo que era sem remissão a sua culpa e devia expiá-la, decepou a mão já seca e vinha trazê-la, não só como símbolo do milagre, mas como lembrança do castigo.

Eis o que referiram a Aires de Lucena.