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?4 0 ?.EAL CON?BLHgI?O. ras ?irtud? theoll?aa?. E a q?rta que dizens j8 feita a? uoon?de, a?y nat? como nos ? m09tra am? ?rf?t? .?ud?ia que ?er 8e eutendendoa per duns guiM9. Hui que con?rmam? ?a u?n?de ?m mua, diz?o em todo q sam ?m?m oq? de?jamos, mas oq? ?1 m? ?z, ?fido que ?uelio ? reelbar, ?a q? al . ?uio au?de ? .?ueilo m a?t ?a eatentre E?rem disemro que s?a ?mpri? ? ruertees qtm nos facts fempre aeguyr, e ?azer no& uoon- ?ade, equal be qum tados nos encamynhemos asmsn 9nluaqom, uesi oomo afaaem aquetle s que ja sam sun 8anct& gloria, ?no amar, glorificar, e eeruir quynta que ?]izemos: Pam nosso decadadia nos da mo?tra aquella grailde temperan?& de que Jbe prouue hmm? as aetm dmc?pullos, �outros qae ? quorum t?uyr, nora denejando sabre auond?t?n deuiandan, men ?o mantymento que nempre necessidade requere �!m(l dya demnndando, nos contentemro Afmexta per que di?emos: Quytanoa nasa dioydas, eomo man quy- tAmo? ? deaedores, nos he mostratio odereito careysilo dajuoti(?a .que cam noseo no' terra, segundo Itos?as obraa fi que nos deuem? d?er mi?r?co?ia como d?eja?os q?e d?os ?ja. A?ptima d?: q? ? ?jam? der?5? an. temp?om, masque ?s l? u? ?al E aq?s? ? he uisto qoe auir?e da �farallon, q?e de no?o ?nhor n? he ?tor?, de- ve per?e?, ? aqu? ?s ?am?, e te?os Googlc