uma idéia; e o Sr Lucas enquanto não lhe suceder alguma, não descansa.

Neste momento a guitarra chilrou com mais força na porta. Catita fez um gesto de impaciência; deitando arrebatadamente a costura sobre o banco onde estivera sentada, disfarçou dando algumas voltas pelo aposento e afinal dirigiu-se para a frente da casa.

Foi direita à janela; abriu sorrateiramente a rótula e espiou para a rua. O vulto parado à porta aproximou-se mal que a percebeu:

— Que faz você aí, Félix?

— Pois ainda pergunta?

— É escusado andar com estas coisas. Perde o seu tempo!

— Então, Catita, esta é a esperança que você me dá?

— Não tenho outra.

— Não foi o que você me disse em Jaguarão.

— Não me lembro disso.

— Você me disse, que chegando aqui havia de decidir.

— Pois está decidido. Não gosto de você, como hei de ser sua noiva?

— Catita!