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se demorara uma semana em Maués, por causa dum

....... Era coisa que não perdia, um sairé. Se esta não era a verdade, Deus Nosso Senhor o castigasse por aquela luz que os estava alumiando, e que lhe faltasse à hora da morte.

— Que estás tu aí a falar do Madeira, perguntou padre Antônio, que afinal prestara atenção à tagarelice do tapuio, e sentiu que uma idéia luminosa lhe atravessava o cérebro. Pois o Costa e Silva, perguntou ainda, sentando-se na marquesa, pois o Costa e Silva não voltava para Silves?

— Não voltava tão cedo, afirmou Felisberto, levantando-se e apontando de novo para a candeia de andiroba, jurava por aquela luz. O Costa e Silva seguira para o Madeira, onde poderia estar há uns quinze dias e onde havia de demorar-se mais dum mês. Por sinal dissera que havia de perguntar por S. Rev.ma lá no Madeira, e se ele voltasse para Silves, que é que ia perguntar no Madeira?