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II

LONGE DE TUDO


É livres, livres desta vã matéria,
Longe, nos claros astros peregrinos
Que havemos de encontrar os dons divinos
E a grande paz, a grande paz sidérea.

Cá nesta humana e trágica miséria,
Nestes surdos abysmos assassinos
Teremos de colher de atros destinos
A flor apodrecida e deletéria.