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XVI

 

nunca hezitou o autor em procurar melhoral-a. Foi sempre esse o seu sistema. Tais alteraçõis respeitaram sempre o pensamento e o sentimento dominante das poezias, bem assim a maior parte dos versos; em muitos cazos se limitaram a simples substituição de uma ou outra palavra. Para os que pensam que isso é um pecado, aí fica a confissão. O que ninguem, depois destas linhas poderá pensar, é que houve da parte do autor qualquer intenção de iludir o leitor desprevinido.

 
Paris, Julho de 1909.