Página:Da Asia de João de Barros e de Diogo de Couto v01.djvu/279

diziam naquella!greja de rama, moftrando elle em o modo de íua adoração finaes da obra, que nellc tinha leito o Sacramento do Baptifmo. Porque como homem que delejava fua lalvaçao, lempre perguntava das coufas de Deos; e como lhe poderia íer acccpto naquelles derradeiros dias de íua vida em que eílava, pois o principal de íua idade gaftára em ferviço do demónio. E trazia tanto o tento na dodílrina que lhe davam, e na veneração das coufas de Deos, que acertando huns feus criados fazer aporta da!greja hum arroido, os mandava matar, por o pouco acatamento que lhe tiveram, fe os Religiofos o náo im.pedíram, por não dar caufi a que a gente fe efcandalizaííe, poreíles culpados ferem dosprincipaes da terra. Vindo o recado delRey pêra irem a elle, leixou Ruy de Soufa a gente neceíTaria pêra guarda dos navios, e com a outra fe partio pêra a Cidade, onde elie eílava, indo em fua companhia hum Capitão do Príncipe D. Manuel com duzentos homens de fua guarda, e outros, que ferviam de levar á cabeça toda a fardagem dos nolTos, entre os quaes havia competência a quem levaria as coufas -que ferviam no Altar, a que elles chamavam Sanftas. Sendo Ruy de Soufa em micio caminho da Cidade de AmbaíTe Congo onde eílava  Erro: O segundo parâmetro deve ser preenchido com a palavra inteira.El-