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ESPUMAS FLUCTUANTES


Sobre o tapete rolar...
Ha nas jarras deslumbrante»
Camélias frias, brilhantes.
Lembrando a neve polar.
Livros esparsos por terra,
Uma harpa cabida além;
E essa tristeza que encerr-i
O asylo, onde soíTre alguém.
Fitas, mascaras e flores.
Não sei que vagos odores
Faliam de amor e prazer.
Além da frouxa penumbra
Um vulto incerto resumbra
— O vulto de uma mulher.

yons, qiit volcz là-bnn, légères hlrondellet,
DIteb-mol, dltca-mol, pourquoi vnls-lc moartt
(Muaan-l

Mário {no leito)

E tarde! é tarde! Abri-me estas cortinas,
Deixai que a luz me acaricie a fronte!...
Ó sol, ó noivo das regiões divinas,
Suspende um poyco a luz neste horizonte!

Sylvia (abrindo a janella)

Da noite o frio vento te regela
O mórbido suor...