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']?8 special della sOS chamados j!lustrissJmus, e serenyssy* �sos,-mostrando -rs de bulrra, en�, e sentira, clue ml dcuem em seus feitos e d|ctos ]?oer duuyda penssando que podera cayr em rases �al]iclmentos. Eporem mais se� par- te me parece semelhantes cousas nos mar, nero contradizer. Da ostronom?a? e out. ras scien- cias, ou artes, quem se pode muyto alirmar, ueendo al�s uezes perca!?ar per elias tam �des uerdades, e doutras tantas fallecer. ])as obras nat,,raaes, quem conssijrar?como l)arecera ?mpossyuei, aquem nunca uyo b(lbardas? ou trdos, d?zerenlhe que hua pouca de poluora, pode Ism}at tam grande pedra muyto ionge corn tai for?a, do.que nos ja nos p�duuyda, per acontynuada sperlencJa conhecera que derode nos de- ue contradizer outras semelhante8? posto uysse Eassy deuemos penssar doutras semelhantes bras, ajnda que nos pare(;am fora de razes, que po- dem seer uerdadeiras, mss per tanto hem deuemos creer outras semelhantes, senore quando ass), decerto ?os i?orem demostradas, nero demos fie sos feitos, o bulrras dos aiquimystas que per taaes semelhan?as mostram que os deuernos auer per uerdadeiros Eposto que nos acertern defazer que ja uerdadeiramente se fez, nero dos que ai]nn// auer ouro encantado tenhe per grande bu]rra, per euydentes razedes e boos enx?Pros que prolixo seriam descreuer. Pores sobres- tas obras da natureza, meu consselho. he'que ligeira- mente nora se creA, por as mentiras, que algu?ls que parecem doutoridade sobreilas' afirmam. Nero detod. o se contradigam, pot as muy maraujlhosa. s que se ra- zere, e deuensse detrazer em duuyda, mais jnclyna- dos aas nora creer qoe as afirmar, temendo aquella senten,a, quem deligeiro cree, he deleue coralore Da o ros, sonhos, dar aauoontade, s naaes do ceeo-, gy y e da te?:ra, al u?i boo horn�ra deue fazer conta por g que se nom.pode bern entender; quando he per natu-