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0 LEAL CONISELHR'IRO. .busquemos outro aazo peraello. Alas todo nosso cuy- d?ldo o mouymento de nosso cora(?om deue desseer o?, .cupado em tamar eonsselho dan cousas honestas e que ano8 perteecem pera bern uiuermos e bern auenturao damente ou & estudos de sciencias e conhecymento d& .uerdade E diz em outro capitullo eadahutl hamera de- ue seguyr aquellas eousas que lhe sam propriam cam t,qto que em elias nora aja erro. Eper esta maneir& tunis ligeiramento poderemos acal(?nr aquella fremosura que buscamos nan obrns. Edeuemos trabaJhar que nun- ca Contendamos contra ageoral natureza, mas guar- dando aqueila sigamos aque anos for proptin, ajnd8 que outras sejam melbares e demoor autoridade nos seropro mydyremos as estudos danossa regla que nos deu anatureza par que nora perteece derrepunar nana- .tureza nero detrabalhar par aquello que ham podemos acal(;ar. Edesto se deelara quejand& he aquella fremo- aura dan obras Epor esto segundo dizem nora perteeco defazermos cousa em nossa uyda aque amynetua sej& .contraira .s. aquem anatureza repune e embargue I?.de, tadalias cousas que sam fremosas nora ha hi outra queo tunis seja que hu?t jguald/tqa de toda uyda E esso meca= mo das obras syngullares. E quando nora pod& guardar eata fremosura, e quyser aeguyr anatureza dos outroe c6uem que percas atua que assy como na linguagem aquella deuemos se� que nos bern sabemos, par que em querendo fallar alinguagem grega, e tornan- donos em ella corn razom ficaremoa scarnydos E ass?' em nossas obras e em nossa uyda nora deuemos do husar 'em de.suairan(;aa E con?emperando estas eousas deuemos trabalbar que cadahua aja aquelio que he seu, e-aaquello se acustume nom querendo prouar co- mo Ihe cauijr?t as. cobsas alheas Eaquello principal- n?ente he seu- Cadahua se trabalha de conhecer os- aeu engenho, e for?;a fazendosse forte juiz e escoldry- nhador dos seus erros e dos seus be&s em tai maneira flue nora pare(;a que on albard?taes. teem mais sabed? D?)