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2?Z o LEA-. coNss?Hmao. fazemos contra serui?o denosso senhor,.9ue pot uoon- fade, proueito, e praze? 9ue nos ?gue?am, nunca se ?a?a. E?e 'for ?g?do su? uoon?e qu? no pro? guymento fez?os, guardemo?..? s? ju?t?a, ca nora *abasta lazer obra que seja boa? mas fazella. bern nero roestufa doutros errad? felts, ou prad? uyci?a. Peraos feiWs da presente uyda, ?tas tr? uir- tudes su? scriptas segundo no?a creen?a e ?atholica ?n?om, s5 muyto necessarias, mas fallando ?- monte, persas outras quatro camdehallos, em todo nm ?gemos ? filhamos de?da bus cousa. ossent?do qus auer se deue, ?r que aprudencia, ?lamente fallan- do om geerai, poesy faz escolher omelhor em mossos proprios feitos Eaqsesto he perfei?om det?o boo sentido, e uirtude. E a josti?a mandar dar acada ?u? oque seu he e obrar em todo?o?/eit? oque dereitamente ? deue lazer. Porem ? m?tra, que. compry?ento detodallas outr?, mas fallando era.spe- cial prudencia, n? mostra em todo, oque he bern, melhor, ou real e peor, consselhandonos sero pro ]her aparte mais perleira, regendo pryncipalmente nosso enter, e razom, m?trandonos as uyrtude8 prynci?aaes que ?mpre de?emos seguyr, nero ha tem- po pera oSrar sou contralto Eas desposi?oo?s per auir- tude como sore jeju?s, uigillias, leer deboos liuros, o?nyr sermoffes, e ? faiJament?, e estas e outr? ta?s nora som propryas uirtudes, roes desp? per ?s, e atempos c6uem de?e lazerera, e outr? leixa- rein E mostra conhecer as cousas boas per op?y6 d? ?entes como sore reueren?, .maneiras. derreceber qerm$os e fazelios, uestir, e traze?se, lazer festa, e semelhantes, . ca esto nora he mais bern q quanto so ?uarda ocustume per boas pessoas, mais aprouado. ?msyna esso medes conbecer os son,dos, e nemb?n- ?as que auemos da par? rational E ? da-sens?tiua, ?m demostrar corn que remedios.? [aliiciment? .au? ?.? de ?mendar** e cotroger, p.n? ? m?ntee?.e