Página:Leal consselheiro.djvu/298


fenhot nmndor da justi(?a e ey odio aarpinn ?feFeci- do 'era snerifieio, e outFa ues dis macon s6 auor?cidos, pOF ? s6 auoFreeidos do pee?- do, ? ? muyto amble tiri dos mynguad? ?de- ? nquelio ? h? de orereeF endo tnaes ?eo?e? onenhor omost? pot bu? nnbed? Aq?eJ ? ofeMee saeri?eio dnms?ia do ?bre, he ?mo nquel ? mats o?!? Ate osseu pndM e?sa ?- menos deue '?r so?rtnda ? nmoFte do ?Jho Itc os olh? do p?, em quan? h?rn he ?sto ?te saeri6eio itc de?, bOse mostrn ?is ? he e6parado nadoor do ?dre otfom do seu ?lho. EpoFa muyt? n6 quetem eon?i#nF qunnto di do roubo d? pobres, e cuyd? ? hS grn?e mere?, e nora eur? cbijFnr ?]pas �p?ndoo Aquelle ? a?tou ?quens _.s. do roubo, J?ouas ? sneo ?to, no 8nco roto sore ?adan 08 riquetno, qun?o ?inheiro ? m?o, e qunndo se ?rde n? be uisto? aquelles ergo bS, no saeo roto m?8 8uss riquem, ?r ? eet?m? as ajBtar5 em ?u?om como ? ouu?m �?er6?z C.a?ftd/o -IR?. ds rauoa �dt?sra? da# coums ? adiaJ? f? scr?Fta? Defejando de poer fym aesta breue e symprez leitm, raae cousas por myra feitao neeto perteec?tes q p?r sereuer a ells s? outro adimento, as fa(?o trell&- der, tins quasen este enPitu!io como tauon, I?t.endi seer e?pridoiro dense lazer. Primeira he adeclara?o. dan te?%?olb coneord?tt08 c� wr. uirtudes prin(?ipaaes suso scriptas, ?/ Iz per uosno requerim?to, pare.ecru- dome raz6 c?areguir ?trau?ado passado q de. lies prine? Imlm?te f'allei Segantis, oapropriam?to da ozae,? d? ptrter nost?, aestas uirtudeo principaaes ? pot ? suet