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de flores artificiais, passeavam devagarinho pela frente do Palácio, como por acaso, não desejando mostrar que a concorrência as atraía, relanceando o olhar artisticamente indiferente sobre os grupos de rapazes alegres e de mulatinhas faceiras. A banda de música do corpo de polícia chegara finalmente, precedida de moleques armados de pequenas bengalas toscas que brandiam marcialmente, e começou o pot-pourri da Norma com vibrações metálicas dos instrumentos de sax.

Confuso, apalermado, tonto, pisara pela primeira vez o solo da grande capital da Amazônia, sentindo-se mesquinho e ridículo no meio daquela gente acostumada ao movimento dos carros e à luz brilhante dos lampiões de gás.

Agora, porém, era outra coisa.

Graças ao próprio esforço era célebre, respeitado, admirado naquela mesma cidade que sete anos antes o vira chegar desconhecido e semi-selvagem.

Agora preocupava a atenção pública!